EXCLUSIVO | Habblive decreta guerra contra a própria comunidade e transforma a Rádio em um cemitério digital!
Se existisse um prêmio para "Como destruir anos de trabalho em tempo recorde", parece que a gestão atual do Habblive já teria reservado um lugar na prateleira.
Quando Blume assumiu o comando do hotel, muita gente torceu o nariz. Alguns diziam que ela não tinha perfil para liderar um projeto do tamanho do Habblive; outros acreditavam que ela provaria o contrário.
Bom... os fatos falaram antes dela.
A passagem pelo comando do hotel ficou marcada por crises, decisões controversas e uma comunidade cada vez mais vazia. Depois veio a saída para o Hubbe Hotel, vendida como a contratação do século. A promessa? Levar multidões junto com ela.
Resultado? A multidão nunca apareceu.
Sem conseguir mobilizar usuários nem justificar toda a expectativa criada, sua passagem pelo Hubbe terminou tão rapidamente quanto começou. E, ironicamente, o retorno ao Habblive parecia anunciar dias melhores...
Parecia.
Se antes a situação preocupava, agora o cenário parece de calamidade administrativa. Vieram os resets forçados, ignorando completamente a vontade da comunidade. Quartos desapareceram. Moedas evaporaram. Anos de dedicação foram reduzidos a um simples botão de "reiniciar". Enquanto isso, quem reclamava recebia silêncio. Quem questionava, desprezo.
E, como se não bastasse, hoje, 9 de julho, a mais nova atualização conseguiu fazer o improvável.
A Rádio Habblive simplesmente começou a desaparecer.
O player foi removido. Os promotores, gestores e locutores perderam acesso ao painel. Ao tentarem entrar, a mensagem era quase uma lápide digital:
"Suspenso por falta de interesse."
Falta de interesse? Curioso.
Porque interesse nunca faltou aos promotores, locutores, gestores e demais membros da equipe, que passaram semanas organizando campanhas, eventos e festivais para manter aquela rádio respirando enquanto o restante do hotel agonizava.
Quem faltou demonstrar interesse, ao que tudo indica, foi justamente quem tinha a obrigação de cuidar da comunidade e do hotel.
O silêncio da administração só aumentou a revolta. Nenhuma explicação. Nenhum posicionamento. Nenhuma perspectiva.
A Rádio simplesmente... evaporou.
E não é a primeira vez que pessoas dedicadas são descartadas como peças quebradas.
Basta perguntar ao Solitudine.
Durante anos, esteve presente, ajudou, colaborou e defendeu a gestão, mesmo quando ela era alvo de críticas. Muitos até zombavam, dizendo que ele era o "escudeiro oficial" da Blume.
No fim?
Foi descartado sem cerimônia. Sem reconhecimento. Sem defesa. Sem consideração.
Um roteiro que parece se repetir com qualquer um que ainda insista em acreditar no projeto.
Hoje, caminhar pelos corredores do Habblive já não lembra um hotel movimentado. Lembra um museu. Um lugar onde os bots fazem mais companhia do que usuários reais, enquanto o contador insiste em vender uma movimentação que poucos conseguem enxergar.
Talvez ainda exista uma explicação para tudo isso. Talvez exista um plano genial que ninguém conseguiu compreender. Ou talvez a comunidade já tenha entendido aquilo que a administração ainda se recusa a admitir.
Enquanto isso, resta aos antigos membros observar, em silêncio, as luzes se apagando uma por uma.
E, quando até a Rádio deixa de fazer barulho...
...talvez não seja apenas uma programação que tenha chegado ao fim. Talvez seja o último capítulo de uma história que um dia fez o Habblive valer a pena.
